terça-feira, 15 de março de 2011

Lâmpada: qual é a escolha certa?

Por mais que o assunto seja bem recorrente nas mídias, há quem ainda fique com dúvida ao adquirir novas lâmpadas para casa ou ambiente de trabalho. Não é mesmo?

Qual é a lâmpada mais eficiente? Ou seja, aquela que melhor ilumina, tem maior durabilidade e ainda poupa energia?

• As lâmpadas incandescentes são aquelas menores e que iluminam menos, pois 80% da energia utilizada nela é transformada em calor e apenas 15% gera luz, ou seja, gasta mais energia e ilumina mesmo, por menos tempo.

"A idéia básica por trás destas lâmpadas é simples. A eletricidade corre pelo filamento, e por ele ser muito fino, oferece uma boa quantidade de resistência para a eletricidade que transforma a energia elétrica em calor. O calor é suficiente para fazer com que o filamento fique branco. Esta parte "branca" é a luz. O filamento brilha devido ao calor: ele incandesce."(1)

• As lâmpadas fluorescentes e as fluorescentes compactadas funcionam de outra maneira e consomem menos energia e duram até 6 vezes mais que as incandescentes.

Fique atento:  A lâmpada fluorescente produz menos calor, portanto, é muito mais eficaz. Uma lâmpada fluorescente consegue produzir entre 50 e 100 lúmens por watt, o que a torna de quatro a seis vezes mais eficaz do que as lâmpadas incandescentes. É por isso que você pode comprar uma lâmpada fluorescente de 15 watts, que produz a mesma quantidade de luz, que uma lâmpada incandescente de 60 watts. (2)

Será que a próxima compra de lâmpadas será mais fácil?

Mas tem um lembrete ainda mais importante: Sempre que possível, opte pela luz natural! Mantenha janelas e cortinas abertas ao longo do dia.


Fonte (1 e 2)

quarta-feira, 2 de março de 2011

Coleta na empresa e na escola!



É motivador ver imagens como essas, crianças do Ensino Infantil colaborando com o meio ambiente e dando exemplo para muitos adultos de como devemos descartar corretamente o material eletrônico.

Aprendizado apoiado pelo cliente do Projeto Participe&Recicle, a Bentonit União Nordeste, que além de possibilitar a coleta entre seus colaboradores, por meio de suas ações sociais, dá apoio também a escolas da comunidade de Boa Vista (Paraíba) e suporte para que a mesma participe do Recarga Verde, programa com conteúdo de educação para sustentabilidade.


Para acessar o blog do Recarga Verde, ter conhecimento de como funciona o programa e mais boas fotos dessa escola, acesse:  http://blogdorecargaverde.blogspot.com/

A equipe do P&R e Recarga Verde agradece a Engenheira Patrícia Marinho pelo envio das fotos e relatos. Parabéns pelo trabalho e iniciativa!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Pegada ecológica: qual é a sua?


Em nosso dia-a-dia, andamos de carro, tomamos banho, compramos alimentos, viajamos de avião, utilizamos eletromésticos nas tarefas de casa... Certo? Todas essas ações consomem recursos naturais, e da forma que são praticadas, podem poupar mais ou menos os mesmos. Como anda o seu consumo?

Se avaliar cada ação em sua rotina, acredita que esteja utilizando mais de um planeta Terra para saciar as suas necesidades?

É para essa análise que existe esse teste acima, a chamada, Pegada Ecológica. Já conhecia? Já faz esse teste antes? Se já respondeu as questões, refaça agora! Quem sabe não modificou antigos hábitos?

O teste apresenta 15 questões simples e rápidas e vai lhe mostrar quanto está consumindo. Ao final, a dica é rever os pontos que mais pesaram em suas respostas e reavaliar algumas atitudes! Preparados?

Faça o teste aqui:  http://pegadaecologica.org.br

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Por que não pensei nisso antes?


Essa é uma daquelas imagens que olhamos e pensamos: como nunca pensamos nessas soluções simples antes? Os projetos criativos com reutilização são sempre surpreendentes!

Nesse caso, as imagens do nicety.livejournal  nos dão uma sugestão inusitada para o reaproveitamento de latinhas! Mas muiasriações poderiam surgir, como vasos ou outras decorações em sua lata! O bacana é vermos que um produto pode ganhar novo uso, nova cara, aumentar seu ciclo e ainda criar um ambiente aconchegante! Surpreendente!

Quais outras reutilizações criativas vocês conhecem? Poderiam contar outras boas surpresas?

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Agora é lei! Matéria do Instituto Akatu.

Empresas em São Paulo são obrigadas a recolher o próprio lixo

Estabelecimentos que geram mais de 200 litros por dia têm de contratar coleta privada; prefeitura ameaça fechar quem não obedecer


Por Rogério Ferro, da equipe Akatu

Empresas localizadas no município de São Paulo e que geram mais de 200 litros – dois sacos pretos grandes – de lixo por dia são consideradas grandes geradoras e podem até ter o alvará cassado, caso não recolham seus próprios resíduos. A punição está em vigor desde sexta-feira (07/01). Aprovada como lei municipal em 2002, foi regulamentada em decreto pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM), em novembro de 2010.

A regulamentação oficializa a possibilidade de caçar a licença das empresas que não cumprirem com a obrigatoriedade. “Agora, não será mais só multa. Nós vamos poder até suspender em definitivo a licença de funcionamento da empresa”, disse Dráusio Barreto, secretário municipal de Serviços. Desde 2002, quando a lei foi aprovada, a cassação da licença nunca foi aplicada. “É uma nova ferramenta que a cidade vai dispor para evitar que as empresas não cumpram a lei”.

De acordo com a prefeitura, das cerca de 12 mil toneladas diárias de lixo recolhidas na coleta pública domiciliar, aproximadamente 10% vêm de empresas.

Segundo a prefeitura, a medida responde a uma reivindicação das empresas contratadas para a coleta do lixo. Elas reclamam que têm de coletar resíduos que não são de sua responsabilidade, já que os contratos consideram apenas o lixo domiciliar, excluindo grandes geradores. O valor que essas empresas recebem é fixo, independentemente da quantidade coletada. Quanto mais lixo recolhem, menor é a margem de lucro delas, pois são necessários mais caminhões e mais funcionários.

Para fiscalizar o cumprimento da determinação, o Departamento de Limpeza Urbana da Prefeitura de São Paulo (Limpurb), obriga as empresas enquadradas na lei a contratar empresas privadas, com cadastro na prefeitura, para retirar e destinar corretamente o lixo que produzem, além de cadastrar seus contratos na prefeitura.

As empresas poderão fazer o cadastro nas Praças de Atendimento das Subprefeituras ou diretamente no Limpurb, na rua Azurita, 100, no Canindé, das 9h às 16h. Para isso, basta acessar o site do Limpurb, preencher e imprimir os formulários de cadastro. E apresentar os demais documentos exigidos, como IPTU e CNPJ.

O limite de 200 litros diários de lixo vale para empresas do setor comercial, como bares, hotéis, restaurantes, padarias e lojas. Para prédios em que funcionem empresas de serviços o limite é de mil litros de lixo por dia. Os órgãos públicos também terão de se enquadrar, exceto os da administração direta, como escolas municipais. Edifícios exclusivamente residenciais não são obrigados.

As visitas da fiscalização já começaram e estão a cargo dos agentes do Limpurb e fiscais das Subprefeituras. O prefeito Kassab nega que objetivo de seu decreto seja arrecadatório. “O nosso objetivo maior não é multar nem punir, mas sim educar. É evidente que, à medida que o tempo passar, os estabelecimentos que não fizerem suas adequações à lei deverão ser multados”, afirmou Kassab em visita a estabelecimentos comerciais na segunda-feira (10/01).

A Federação do Comercio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) e o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de São Paulo (Sinhores) apoiam a obrigatoriedade. “Com a contratação de empresas de coleta, a separação dos resíduos sólidos, por meio da coleta seletiva, será alavancada, impulsionando a reciclagem de materiais e evitando o acumulo de resíduos nos aterros”, diz José Goldemberg, presidente do Conselho de Sustentabilidade da Fecomercio. “É uma medida excelente que irá, inclusive, estimular o aparecimento de novas empresas, gerando emprego e renda”, conclui.

Sérgio Machado, diretor jurídico do sindicato dos hotéis e restaurantes, também defende a nova lei, mas critica o que chamou de falta de flexibilidade dos contratos. “As empresas são obrigadas a assinar contratos mínimos de um ano para a coleta e ficam presas a esses compromissos, mas a quantidade de lixo pode variar. Deveria ser permitida a assinatura de contratos mais curtos.”


Multas

Desde sexta-feira (07/01), o Limpurb aplicou 97 multas. Segundo a lei, na primeira autuação, a multa é de R$ 1.000. Na segunda, o alvará é suspenso por cinco dias, na terceira, por 15 dias e na quarta vez, o licenciamento é cassado.

Desde a promulgação do decreto em novembro de 2010, foram feitos 204 novos cadastros. Ao todo, são cerca de 10 mil empresas cadastradas, das quais, aproximadamente 5.000 em situação regular. As demais estão sendo analisados pela prefeitura.


Fonte: Akatu

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

2011: ano internacional das florestas!

Logomarca do Ano Interncional das Florestas 2011(Divulgação)

Sabiam dessa? Esse é o ano das florestas!

Saiba o motivo aqui:

Elas cobrem 31% da área terrestre total do planeta, abrigam o lar de 300 milhões de pessoas em todo o mundo e têm responsabilidade direta quando o assunto é a garantia da sobrevivência de 1,6 bilhão de pessoas e de 80% da biodiversidade da Terra. É das florestas de quem estamos falando.

Depois de 2010 ter sido dedicado à biodiversidade, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2011, oficialmente, o Ano Internacional das Florestas, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a preservação para uma vida sustentável no planeta.

Sob o tema Florestas para o Povo, a iniciativa mundial inclui a promoção de ações que incentivem a conservação e a gestão sustentável de todos os tipos de floresta do planeta, além de mostrar à população mundial que a exploração das matas sem um manejo sustentável pode causar uma série de prejuízos, como a perda da biodiversidade, o agravamento das mudanças climáticas, migrações desordenadas para áreas urbanas e o crescimento da caça e do desmatamento ilegal.

Só em 2004, o comércio mundial de produtos florestais movimentou US$ 327 bilhões (algo em torno de R$ 588,8 bilhões), segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

A exploração predatória e o desrespeito ao ciclo de vida natural das florestas têm como consequência a ameaça da sustentabilidade econômica, das relações sociais e da vida humana no planeta, pois elas são a fonte de água potável e alimentos.

Por outro lado, fornecem também matérias primas para indústrias essenciais como a farmacêutica e da construção civil, além de desempenhar um papel vital na manutenção da estabilidade do clima e do meio ambiente globais.

Texto: MSN Verde

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Como uma pilha funciona? Por que pode degradar tanto o ambiente?

Todos sabem que nenhum material sem uso deve ser descartado na natureza, afinal seja feito de plástico, papel, vidro, de material metálico, tudo pode ser reproveitado por meio do reprocessamento ou reciclagem para que possa ser muito bem reutilizado, evitando uma nova exploração do meio ambiente e poupando muita poluição.
Mas talvez as pilhas e baterias não sejam assim tão íntimos de todos. Vocês conhecem o seu funcionamento e o motivo da poluição?

Primeiro, que tal aprender como é que elas funcionam? Como elas são por dentro? Você pode conferir seu interior, funcionamento e mais detalhes aqui!
 
Entendendo a sua composição, nos damos conta que há metais pesados como mercúrio, chumbo, lítio, níquel, bismânio e cádmio. Todas essas substâncias podem trazer danos irreversíveis à saúde humana e ao meio ambiente se forem descartadas de forma incorreta, como lançamento em lixões, aterros não controlados, cursos d’água e reservas ambientais.

O reprocessamento é o seu melhor destino! Assim, não é gerada a degradação e ainda contribui-se com a produção de sucata metálica, sucata plástica e sais metálicos. Nenhum desses materiais precisará ser extraído do planeta novamante! Bom para todos os lados!

Fonte das imagens e pesquisa: http://casa.hsw.uol.com.br/